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Mulheres no esporte: por que ainda são poucas as treinadoras esportivas?

A 14ª edição da revista FCA Abre Aspas trouxe como destaque a matéria "Pesquisadoras do LEPE são selecionadas para academia japonesa de formadores de treinadores" , a qual destaca o intercâmbio estabelecido entre o Laboratório de Estudos em Pedagogia do Esporte, através da Profa. Larissa Galatti e da doutoranda Paula Korsakas, com a Academia Japonesa de Formadores de Treinadores. Larissa e Paula pesquisam e ensinam sobre formação de treinadores esportivos. Veja aqui o que elas dizem sobre as razões para existência de um número ainda muito pequeno de treinadoras esportivas no Brasil e confiram a matéria completa neste link. 

"Larissa lembra que, de 1965 a 1979, houve no Brasil uma legislação que proibia certas modalidades esportivas para mulheres (como lutas e futebol, por exemplo) e que, portanto, as barreiras que ainda existem hoje, inclusive culturalmente, têm origens históricas. 'Imagine você, uma proibição por lei! E algumas pessoas ainda falam que o esporte feminino é menos desenvolvido porque as mulheres têm menos interesse…será mesmo? Se havia até uma lei proibindo a participação feminina em certos esportes, imagina o que isso não gerou na cabeça das pessoas, no imaginário popular... Foram decisões tomadas por uma sociedade machista que acabaram gerando várias consequências danosas. Até hoje muitas mães preferem colocar as meninas no balé do que no futebol, por exemplo...', alerta a professora." 

 

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